APRECIANDO
A VIDA
O
poder de cada um
Nós,
seres humanos, somos incríveis e
realmente abençoados.
O
poder que tenho, que você tem, que cada
um de nós seres humanos temos, é o poder
de apreciar.
Esse
poder é tudo!
Ao
acordar, sinto que o meu respirar é misterioso, divino; e se tem sol, vejo o
poder não do sol, pois ele não tem sentimento, não se importa comigo ou com
você.
Mas,
nós temos o poder de apreciar a luz que ele irradia e sua energia; temos o
poder de apreciar um céu azul, intensamente azul; temos o poder de apreciar o
belo em tudo. De
apreciar no ser humano que é igual a nós e ao mesmo tempo reconhecendo a
diferença; temos o poder enquanto homem de apreciar uma bela mulher com sua
sensualidade, os seus trejeitos, o seu magnetismo e sua doce candura em tardes
amenas de outono, inverno, primavera ou verão, e quanto mulher, de apreciar o
sexo oposto. Cada um exercendo o seu poder conforme sua natureza.
Temos
como seres humanos o poder de viver em plenitude, se realmente queremos, com
sede voraz em aproveitar a liquidez do que seja digno e nos apraz, matando a
sede natural de nossa existência em busca da paz que esta dentro de nosso
interior, procurando ser achada.
O
poder que nós temos é ter esse vai e vem do nosso respirar, a que chamamos de
vida.
Quem
é que deixa de apreciar um por do sol. O sol se põe e cumpre a sua função sem
se importar se existimos ou não.
Mas
o nosso poder é apreciar, sentir tudo à nossa volta, em nossa alma, e cada ser
sente de maneira diferente na mente, porque a sua visão de ver e sentir é diferenciada
por se encontrar em outro patamar que não é o nosso.
Somos
todos semelhantes, parecidos, mas, no mundo todo não há ninguém igual um ao
outro; não existiu, não existe e nunca
existirá.
Cada
ser é único e por isso todos são interessantes.
É
fantástico, indescritível, real e grandioso, o poder oculto de cada um.
Cabe
a cada ser, em particular, descobrir e
exercer o seu natural poder.
O
poder que temos em reconhecer a esperança, a fé e o amor, vivendo em plenitude,
prazerosamente, está ligado implicitamente à nossa compreensão de que somos de
origem divina, que o bom, o belo e verdadeiro reside em nosso interior.
Rodrigo
da Rosa
São Paulo, 22 de maio de 2012